Os Fidalgos: Fevereiro 2008
Os Fidalgos

O sítio que aborda a Cultura na Guiné Bissau
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
  Guião de espectáculo de dia 5 de março
NO QUADRO DA SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE GUILEDJE


Peça
PIDE RONDA
É um quarteto de combatentes do PAIGC provenientes de conacry onde acabou de gravar musica na Rádio Libertação encontram duas meninas numa lagoa. O elemento principal da banda fica apaixonado por uma delas, para conquista-la, põe-se a cantar para ela com ajuda dos companheiros.
Personagens:
Jorge Q. Biague - apaixonado
Ilesa A. Costa - wlé
Sofia L. Rodrigues Binta
Musa camará - companheiro da banda
Maristides cimedo - companheiro da banda
Albino Djata- companheiro da banda
Armando Nhaga- companheiro da banda

DANÇA de SICO
1ª Musica Secu cu Modjadu (solista Ilesa)
2ª Musica - Jaime i Bom Dotor (solista Sofia)
3ª Musica Gumbé 45 (solista Jorge)
4ª Musica - Duarte camba Lala (solista Helena)
5ª Musica - Tchon di Guiledje (solista Jorge)









Peça: Encontro dos Combatentes
É uma história de quatro combatentes de lados opostos que vão encontrar trinta anos depois:
Um medico cirurgião cubano que esteve na luta nas zonas libertadas pelo PAIGC nos anos 70;
Comandante Zé di Nha Nha, Cabo-verdiano que também foi combatente que vem visitar Comandante Cangaluta, Guineense, o seu camarada de luta.
Os quatros vão encontrar-se no bar Évora do Sr. Silva, um português que foi soldado a serviço de metrópole, que decidiu estabelecer-se na Guiné-Bissau por questões amorosas.
Personagens:
Jorge Q. Biague - cirurgião cubano
Amélia da Silva - Comandante Cangaluta
Musa Camará Comandante Zé di Nha Nha/
Dirigente de partido
Djamila M. Vieira Sr. Silva/ policia
Ilesa A. Costas dirigente de partido/ Apili
Fernando Jorge agente
Sandra cimédo - agente
Sofia L. Rodrigues policia
Lucete Camala- empregada
Albino Djata- passageiros
Armando Nhaga - passageiros
Helena Sanca- passageiros











ANEDOTAS SOBRE "NHU BALENTE"
Camarada nhu Balente ou seja Camarada Valente, é a metáfora sobre um grande comandante que durante a luta de libertação nacional dirigiu muitas operações com êxito e, depois da independência, as novas autoridades nomearam-no como presidente de comité de Estado de região de Oio, um cargo político. Camarada Nhu Balente, com a vontade de cumprir o seu dever, muitas das vezes cai no absurdo, sem no entanto chega a ser ridículo, não por ignorância, mas sim por limitações.
Contadores:
Sandra Semedo
Maristides Semedo




CANTO CORAL
Quemo Mané (solista Jorge)
Nha Nega Bedju (coro)
Aos i Sabi Papia (solista Sofia)
N´tchanga ( coro)
Malila (coro)
Dar-Salam (solista Sofia)
Fidju di Guiné na curi Mundo (solista Jorge)
Nha camarada ( coro)
Artigo 5º (solista Sofia)
Ami Diminga (coro)
Storias ku no Djunta (coro)
Ami i fidju di tchon (coro)
Asim ku musica kumesa (solista Ilesa)
Si boca podi ku terra (solista Sofia)


edição: amelia da silva
terça-feira, fevereiro 26, 2008
  Quarta-Feira, 5 de Março
na Assembleia Nacional Popular
Painel 2
Guerra Colonial/luta de libertação nacional: problematização conceptual, contextualização histórica e importância historiográfica.
Moderador: Leopoldo Amado
» 9h00 – 9h30: João Medina (Professor Catedrático da Universidade de Lisboa) – A Literatura Portuguesa sobre as derradeiras Guerras Coloniais em África (1961-1974) como documento histórico acerca do fim do Império.
» 9h30 – 10h00: Josep Sánchez Cervelló (Professor Titular de História Contemporânea da Universidade Rovira I Virgili de Tarragona, Espanha) – A relação dialéctica entre o PAIGC e o MFA e o seu papel na caída do Estado Novo Português.
» 10h00 – 10h30: Leonardo Cardoso (historiador guineense, INEP) – Alcance histórico de “Guiledje” no contexto geral da luta de libertação Nacional e independência da Guiné-Bissau.
» 10h30 – 11h00: Pausa Café
» 11h00 – 11h30: Julinho de Carvalho (caboverdiano, ex-comandante militar do PAIGC) – A importância estratégica de Guiledje no contexto geral da manobra militar do PAIGC e do Exército português na Guiné.
» 11h30 – 12h00: Fernando Delfim da Silva (guineense, político e filósofo) – A guerra-fria e os condicionalismos político-ideológicos da acção militar do PAIGC na guerra de libertação nacional.
» 12h00 – 12h30: Julião Soares Sousa (Historiador guineense) – Guiledje no horizonte político e militar de Amílcar Cabral em 1972: contribuição para o estudo de uma projectada ofensiva em tempos de guerra de libertação.
» 12h30 – 13h30: Debate
» 14h00 – 15h30: Almoço
Painel 3
O pós-Guiledje: efeitos, consequências e implicações político-militares do assalto ao aquartelamento
Moderador: Mamadú Djau (Director do INEP)
» 16h00 – 16h30: Luís Moita (Professor Catedrático e Vice-Reitor da Universidade Autónoma de Lisboa) – Fundamentos e originalidade táctico-estratégicos da acção político-militar de Amílcar Cabral e do PAIGC no contexto dos movimentos de libertação do Terceiro Mundo.
» 16h30 – 17h00: Óscar Oramas (Ex-embaixador de Cuba na República da Guiné-Conakry) – Contribuição e participação cubana na luta de libertação nacional da Guiné-Bissau: dados, números e factos.
» 17h00 – 17h30: Pausa Café
» 17h30 – 18h00: Nuno Rubim (Coronel e ex-combatente português no aquartelamento de Guiledje) – A batalha de Guiledje: uma tentativa de reconstituição histórica em dioramas.
» 18h00 – 18h30: Luís Graça (Doutorado em Sociologia/Saúde Pública e dinamizador do maior site dos antigos combatentes portugueses da Guiné) – Cerco de Guiledje: a experiência traumática vivenciada a partir do Quartel de Guiledje.
» 18h30 – 19h00: Luís Reis Torgal – (Professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra) – Colonialismo, Anticolonialismo e identidade nacional: reflexões metodológicas para o estudo da história da Guiné.
» 19h00 – 19h30: Debate
» 20h00: Jantar
» 21h30: Sarau Cultural

ediçao
amelia da silva
Os Fidalgos Espaço destinado a divulgação de actividades culturais da Guiné Bissau, com especial destaque às do Grupo Teatral Os Fidalgos.
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